13 de agosto de 2013
14 de maio de 2013
Have you ever wondered why people need money?
Have you ever wondered why people need money? `To live on, of course!` you say. But that isn't strictly true. Try eating a coin. People live on bread and other foods, and someone who grows grain and makes his own bread doesn't need money, any more like Robinson Crusoe did. Nor does anyone who is given his bread for nothing. And that's how it was in Germany. The serfs cultivated their fields and gave a tenth of their harvest to the knights and monks who owned the land.
`But where did the peasants get their ploughs from? And their smocks and their yokes and the things they needed for their animals?`Well, mostly by exchange. If, for example, a peasant had an ox, but would rather have six sheep to give him wool to make a jacket, he would exchange them for something with his neighbour. And if he had slaughtered an ox, and spent the long winter evenings turning the two horns into fine drinking cups, he could exchange one of the cups for some flax grown by his neighbour, which his wife could weave and make into a coat. This is know as barter. So in Germany people managed perfectly well in those days without money, since most of them were either peasants or landowners. Nor did the monasteries need money, for they too owned a lot of land which pious people either gave them or left to them then they died.
Trecho do livro "A little history of the world" de E. H. Gombrich. Pag 144;
8 de outubro de 2012
Nascidos para morrer
"Eu gostaria de poder comunicar a todas as criaturas e pessoas, no resplendor de meus bons tempos enluarados, o mistério enevoado do leite mágico visto na Fantasia Profunda da Mente onde aprendemos que tudo é nada - no caso, eles iriam se preocupar mais, exceto após o instante em que pensam em se preocupar novamente - Todos nós trêmulos em nossas botas de mortalidade, nascidos para morrer[...]"
Jack Kerouac em seu livro Tristessa
21 de setembro de 2012
Zea mays - Milho
"Seja qual for o método, o certo é que conseguiram criar [os Mesoamericanos] a primeira planta totalmente "fabricada" ou "engenheirada" que o mundo já viu - tão completamente manipulada que agora depende de nós para sobreviver. Como os grãos de milho não se soltam espontaneamente da espiga, se não forem deliberadamente debulhados e plantados, o milho não pode se reproduzir. Se o homem não cuidasse dele continuamente há milhares de anos, o milho estaria extinto. Os inventores do milho não criaram apenas um novo tipo de planta; criaram também - a partir do nada, realmente - um novo tipo de ecossistema que não existia em parte alguma do seu mundo. Na Mesopotâmia já havia pradarias naturais por toda a parte; portanto, o cultivo se resumia em transformar esses campos de grãos nativos em plantações manipuladas pelo homem, de qualidade superior. No entanto, nas regiões áridas da América Central as plantações naturais eram desconhecidas. Tiveram de ser criadas a partir do zero por gente que nunca vira tal coisa antes. Era como se alguém em pleno deserto imaginasse um deserto.
Hoje o milho é muito mais indispensável do que a maioria das pessoa imagina. O amido de milho é usado na fabricação de refrigerantes, gomas de mascar, sorvetes, manteiga de amendoim, cola para encadernar livros, ketchup, pintura de automóveis, formol, pólvora, inseticidas, desodorantes, sabonetes, batata frita, curativos cirúrgicos, esmaltes de unha, talco, molhos de salada e centenas de outras coisas. Citando Michael Pollan, parece que nós não domesticamos o milho; na verdade, foi o milho que nos domesticou."
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